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Um espaço para explorar o lado mais humano, curioso e descontraído do autor, sem filtros, sem máscaras, apenas fascínio e brincadeira.
Olá! Chamo-me L.A.B., e se há algo que me move é a curiosidade quase infantil sobre como tudo funciona.
Desde o mais pequeno detalhe até sistemas complexos, gosto de desmontar, perceber e, claro, às vezes pôr tudo de volta, quando dá.
Desmontar, montar, trocar peças, instalar sistemas e tentar perceber o que cada componente fazia. Muitas vezes sem razão aparente, só por pura curiosidade… ou porque sim.
O primeiro mergulho a sério no mundo da programação. Escrever algumas linhas de código e ver o computador a obedecer parecia magia pura.
Comecei a explorar PHP e JavaScript para perceber como a web funcionava. O curso de nível 4 em eletrónica, automação e computadores foi essencial para ganhar bases low-level e aprender a reparar ou adaptar hardware às minhas ideias.
Grande experiência prática: trabalhei com PHP, JS, HTML e CSS, bases de dados SQL e NoSQL, administração básica de sistemas, scripting em bash e ferramentas de produtividade. Também explorei monitorização e fui responsável por todo o ciclo dos projetos, do início ao fim.
Fui despedido por extinção do posto de trabalho. Em vez de desanimar, decidi criar este site e partilhar conhecimento. A curiosidade sempre foi o meu motor e vai continuar a ser.
Foi também o momento ideal para transformar o meu quarto numa espécie de “wannabe infrastructure”, onde posso brincar com servidores improvisados, cabos espalhados e novas experiências.
Estou a trabalhar para abrir toda a minha organização como open-source: apps, ferramentas, guias, estruturas, scaffolds, templates e documentos de estudo e pesquisa.
Não é só uma questão de partilhar código, mas de permitir que qualquer pessoa possa aprender, experimentar e construir em cima do que desenvolvemos.
Além disso, tenciono contribuir para outros projetos open-source e fazer freelance para corrigir bugs deixados por "vibe coders", aprendendo e ajudando ao mesmo tempo.
Perguntas como "como é que um transistor decide passar corrente?" ou "por onde passou cada pacote de dados antes de chegar ao destino?" fazem-me vibrar.
Tudo o que brilha, conduz eletricidade ou consegue pensar, mesmo que pouco, atrai-me. É uma espécie de "problema" que não consigo resolver e estou bem com isso.
O meu espaço nunca está impecavelmente arrumado e ainda bem, uma mesa limpa, para mim, é sinal de pouco trabalho. O caos faz parte porque tenho sempre a certeza de que vou mexer nas coisas outra vez.
Trabalho com computadores que muitos já teriam dado para sucata, ferramentas escolhidas pelo critério "mais barato possível" e cabos que parecem uma selva e obrigam a escrita de documentação.
Não procuro seguidores, quero mentes curiosas. Este é o meu território onde o caos se transforma em experiência, e a curiosidade é a única regra.
Este laboratório é o que mantém este site vivo. Se algum dia decidirem atacar a infraestrutura, avisem-me: provavelmente vou deixar, mas só queria acompanhar o processo dos dois lados.
Grande parte do meu tempo livre é dedicada a aprender, testar ideias e desenvolver pequenos ou enormes projetos que me desafiem e me inspirem.
Não sigo um destino específico. Para mim, a viagem é tudo: cada erro, cada descoberta, cada mini-triunfo é combustível para a próxima aventura.
Para recarregar baterias, pego na guitarra e TENTO tocar, é pela diversão, gosto musical e desafio.
Sou fã de Devil May Cry desde sempre e depois de entrar na àrea de tecnologia é o único jogo que não consigo largar, duas horas por semana são obrigatórias!
A diversidade da natureza e a imensidão do universo é a combinação perfeita para recarregar energia e inspiração. Funciona sempre, mesmo quando alguém diz que a AI vai substituir os desenvolvedores de software.
A vida é, para mim, um laboratório contínuo de experiências e ideias. Só sei que nada sei.
Não tento ter todas as respostas. Prefiro colecionar perguntas, explorar caminhos e deixar que a curiosidade me guie.
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